quinta-feira, 21 de abril de 2011

COMO É QUE ISTO HÁ-DE FUNCIONAR?



Muito melhor que SUDOKU, temos este passatempo publicado em D.R.

Atenção: Tem força de Lei.


O art. 1º do Dec.- Lei 35/2010 de 15 de Abril começa da seguinte forma:

Os artigos 143.º e 144.º do Código do Processo Civil aprovado pelo Decreto -Lei n.º 44 129, de 28 de Dezembro de 1961, alterado pelo Decreto -Lei n.º 47 690, de 11 de Maio de 1967, pela Lei n.º 2140, de 14 de Março de 1969, pelo Decreto -Lei n.º 323/70, de 11 de Julho, pela Portaria n.º 439/74, de 10 de Julho, pelos Decretos -Leis n.os 261/75, de 27 de Maio, 165/76, de 1 de Março, 201/76, de 19 de Março, 366/76, de 15 de Maio, 605/76, de 24 de Julho, 738/76, de 16 de Outubro, 368/77, de 3 de Setembro, e 533/77, de 30 de Dezembro, pela Lei n.º 21/78, de 3 de Maio, pelos Decretos -Leis n.os 513 -X/79, de 27 de Dezembro, 207/80, de 1 de Julho, 457/80, de 10 de Outubro, 224/82, de 8 de Junho, e 400/82, de 23 de Setembro, pela Lei n.º 3/83, de 26 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 128/83, de 12 de Março, 242/85, de 9 de Julho, 381 -A/85, de 28 de Setembro e 177/86, de 2 de Julho, pela Lei n..º 31/86, de 29 de Agosto, pelos Decretos -Leis n.os 92/88, de 17 de Março, 321 -B/90, de 15 de Outubro, 211/91, de 14 de Junho, 132/93, de 23 de Abril, 227/94, de 8 de Setembro, 39/95, de 15 de Fevereiro, 329 -A/95, de 12 de Dezembro, pela Lei n.º 6/96, de 29 de Fevereiro, pelos Decretos -Leis n.os 180/96, de 25 de Setembro, 125/98, de 12 de Maio, 269/98, de 1 de Setembro, e 315/98, de 20 de Outubro, pela Lei n.º 3/99, de 13 de Janeiro, pelos Decretos -Leis n.os 375 -A/99, de 20 de Setembro, e 183/2000, de 10 de Agosto, pela Lei n.º 30 -D/2000, de 20 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 272/2001, de 13 de Outubro, e 323/2001, de 17 de Dezembro, pela Lei n.º 13/2002, de 19 de Fevereiro, e pelos Decretos--Leis n.os 38/2003, de 8 de Março, 199/2003, de 10 de Setembro, 324/2003, de 27 de Dezembro, e 53/2004, de 18 de Março, pela Leis n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, pelo Decreto -Lei n.º 76 -A/2006, de 29 de Março, pelas Leis n.º 14/2006, de 26 de Abril e 53 -A/2006, de 29 de Dezembro, pelos Decretos -Leis n.os 8/2007, de 17 de Janeiro, 303/2007, de 24 de Agosto, 34/2008, de 26 de Fevereiro, 116/2008, de 4 de Julho, pelas Leis n.os 52/2008, de 28 de Agosto, e 61/2008, de 31 de Outubro, pelo Decreto -Lei n.º 226/2008, de 20 de Novembro, e pela Lei n.º 29/2009, de 29 de Junho, passam a ter a seguinte redacção: ........................

Pode ser confirmado no site Diário da República.

Não há dúvidas - Assim não vamos a lado nenhum!!!


terça-feira, 19 de abril de 2011

POUPANÇA???

População Prisional em Portugal: 11 535, dos quais 10 923 são homens e 612 são mulheres.

Ora toda esta gente, está por certo presa por actos contra a sociedade em geral, contra bens individuais e colectivos e até contra a própria vida de cada indivíduo.

Foram condenados por um juiz e num tribunal.

A despesa geral com estes indivíduos, com alimentação e bem estar, sim digo bem estar, pois segundo se consta, há certas prisões que estes senhores e senhoras têm direito a ter TV por cabo pagando a irrisória quantia de € 5 mensais.

Ora com ia dizendo, a despesa diária com cada um destes indivíduos é de cerca de € 50, o que dá uma verba mensal aproximadamente de € 17.302.250.

Cerca de 50 % desta população prisional é de origem estrangeira.

Não quero lançar a polémica do racismo e da xenofobia sobre estas pessoas, pois se os crimes foram cometidos no nosso País as penas devem ser cumpridas aqui, até ao fim.

Podem dizer que estamos numa situação de crise. É certo, mas a coisa deve ser pensada e bem.

Haverá por certo indemnizações a pagar aos lesados e suas famílias, mas a pergunta põe-se: Pagar como e com quê?

Não será verdade que depois de tudo o que passaram são estas famílias que ainda sustentam estes indivíduos, com parte dos seus impostos?

Em situação de crise e dentro da lei há uma coisa que se pode e devia fazer. A expatriação dessa população prisional e remetê-la para os seus países de origem, procedendo ao fretamento de aviões ou coma colaboração das forças armadas, mais propriamente da Força Aérea.

Seria muito mais económico.

O dinheiro gasto com o fretamento destes aviões não ultrapassaria por certo o valor indicado. É que anualmente são cerca de 210 milhões de euros.

Um caso a pensar e eventualmente a analisar.

domingo, 17 de abril de 2011

PEDIDO DE AJUDA


Portugal não precisa de ajuda!!!
Nós não precisamos do FMI!!!
Era um disparate a vinda do FMI!!!
Isto disseram-nos durante vários meses. Depois, depois foram ter com a baronesa, a nova rainha da Europa unida, mas pouco e de joelhos solicitaram apoio.
Apoio? Ajuda?
Chamem o que quiserem. O pedido de ajuda aí está.
A culpa é da Oposição! Não, não é. A culpa é do parvo do Povo que continua a acreditar neste papagaios e araras que nos governam (???).

ESTA É A FIGURA QUE ELES FAZEM E QUE NOS OBRIGAM A FAZER.






sábado, 16 de abril de 2011

O 13º MÊS EXISTE ???

O 13º mês!!!...Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias…

Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.

Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

Perguntarão: Porquê.

Respondo: *Porque o 13º mês não existe.*

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam. Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.

€ 700*12 = € 8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.

€ 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00

€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:

Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.

€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.

€ 175,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

Surpresa, surpresa ?

Onde está portanto o 13º Mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

*Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.*

Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes.

Não existe nenhum 13º mês.

O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.

*Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.*


Como dizia o outro: " E esta hein??? "



sábado, 9 de abril de 2011

AO ATAQUE!!!





Amigo?
É sim senhor e do peito.
Rádio amador, mesmo dos que não lhe pertencem.
Também terá tacho?











Mais um do contra...
Mas já não é...
À espera de tacho ou mais uma mosca morta?













Adjunto
Não desertor
Mas TRAIDOR!!!!



















Secretário-Geral
Engenheiro com licenciatura tirada pela internet e a um domingo.

DESCULPAS ...

As minhas desculpas de não ter publicado a finalização do " post " do dia 08 de Abril, mas algo se antecipou e levou a que me esquecesse de o fazer.
Decerto que ao lerem o que escrevi, sobretudo os que andam um pouco distraídos com todos os nossos " fait-divers ", desconheciam aquela prosa.
Aliás eu próprio nunca poderia imaginar que 75 anos passados as frases então escritas teriam um sentido tão actualizado , vindo sobretudo de quem as escreveu. O livro foi lançado à pouco. ou pelo menos uma nova edição. A minha fonte não confirmou a ocorrência.
Aqui reproduzo a capa do livro com a foto do respectivo autor.




Admirados? Ou talvez não. Eu não fiquei!!!



OH, TEMPO VOLTA PARA TRÁS!!


Hoje dia 09 de Abril de 2011 voltamos ao passado. O que era ontem já mudou hoje. Parece que voltamos aos velhos tempos da Rádio Argel em que um individuo de alcunha " pateta alegre ", actuava sem despudor contra o País que dizia defender.
Todos nós sabemos que um " tacho " é bom e que quando não há vergonha até um que nos chegue para sustentar a ambição e o poder dá sempre jeito.
Uma coisa é certa: O HOMEM NUNCA DEIXOU DE SER SOCIALISTA!!!
Contra tudo e contra todos, inclusive contra os que agora lhe dão a mão.
O Homem está no seu melhor!
Ora leiam...
" O ex-candidato presidencial Manuel Alegre vai integrar a próxima Comissão Política Nacional do PS, na sequência de um convite formulado pelo secretário-geral, José Sócrates, disse esta sexta-feira à agência Lusa fonte da direcção dos socialistas.

Notícia completa em:


sexta-feira, 8 de abril de 2011

DEVERAS CURIOSO

O irregular e promíscuo funcionamento dos poderes públicos é a causa primeira de todas as outras desordens que assolam o país.

Independentemente do valor dos homens e das suas intenções, os partidos, as facções e os grupos políticos supõem ser, por direito, os representantes da democracia. Exercendo de facto a soberania nacional, simultaneamente conspiram e criam entre si estranhas alianças de que apenas os beneficiários são os seus militantes mais activos.

A Presidência da Republica não tem força nem estabilidade.

O Parlamento oferece constantemente o espectáculo do desacordo, do tumulto, da incapacidade legislativa ou do obstrucionismo, escandalizando o país com o seu procedimento e, a inferior qualidade do seu trabalho.

Aos Ministérios falta coesão, autoridade e uma linha de rumo, não podendo assim governar, mesmo que alguns mais bem intencionados o pretendam fazer.

A Administração Pública, incluindo as autarquias, em vez de representar a unidade, a acção progressiva do estado e a vontade popular é um símbolo vivo da falta de colaboração geral, da irregularidade, da desorganização e do despesismo que gera, até nos melhores espíritos o cepticismo, a indiferença e o pessimismo.

Directamente ligada a esta desordem instalada, a desordem financeira e económica agrava a desordem política, num ciclo vicioso de males nacionais.

Ambas as situações somadas conduziram fatalmente à corrupção generalizada que se instalou…”

Meus amigos:

O que acabaram de ler não é cópia de nenhum artigo do “Público”, “Diário de Notícias” ou de qualquer revista.

Nem sequer é da minha autoria.

Contudo, é actual.

Trata-se de parte do primeiro capítulo de um livro agora posto à venda em Portugal e, que data de 1936!


Li-o, gostei e aconselho-o!


Mais logo já lhes forneço a imagem do livro.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A bem da nação




A bem da nação, eu também renuncio!
Neste momento de aflição em que todos temos de dar as mãos e deixar de olhar só para o nosso umbigo, correspondo ao apelo de quem nos governa e de quem apoia quem nos governa, faço pública parte da lista do que o Estado criou, e mantém para minha felicidade, e de que de estou disposto a patrioticamente prescindir.


Assim:
  • Renuncio a boa parte dos institutos públicos criados com o propósito de me servir;
  • Renuncio à maior parte das fundações públicas, privadas e àquelas que não se sabe se são públicas se privadas, mas generosamente alimentadas para meu proveito, com dinheiros públicos;
  • Renuncio a ter um sector empresarial público com a dimensão própria de uma grande potência, dispensando-me dos benefícios sociais e económicos correspondentes;
  • Renuncio ao bem que me faz ver o meu semelhante deslocar-se no máximo conforto de um automóvel de topo de gama pago com as minhas contribuições para o Orçamento do Estado, e nessa medida estou disposto a que se decrete que administradores das empresas públicas, directores e dirigentes dos mais variados níveis de administração, passem a utilizar os meios de transporte que o seu vencimento lhes permite adquirir;
  • Renuncio à defesa dos direitos adquiridos e à satisfação que me dá constatar a felicidade daqueles que, trabalhando metade do tempo que eu trabalhei, garantiram há anos uma pensão correspondente a 5 vezes mais do que aquela que eu auferirei quando estiver a cair da tripeça;
  • Renuncio ao PRACE e contento-me com uma Administração mais singela, compacta e por isso mais económica, começando por me resignar a que o governo seja composto por metade dos ministros e secretários de estado;
  • Renuncio ao direito de saber o que propõem os partidos políticos nas campanhas pagas com milhões e milhões de euros que o Estado transfere para os partidos políticos, conformando-me com a falta de propaganda e satisfazendo-me com a frugalidade da mensagem política honesta, clara e simples;
  • Renuncio ao financiamento público dos partidos políticos nos actuais níveis, ainda que isso tenha o custo do empobrecimento desta democracia, na mesma, na mesmíssima medida do corte nas transferências;
  • Renuncio ao serviço público de televisão e aceito, contrariado, assistir às mesmas sessões de publicidade na RTP, agora nas mãos de um qualquer grupo privado;
  • Renuncio a mais submarinos, a mais carros blindados, a mais missões dos nossos militares no estrangeiro, bem sabendo que assim se põe em perigo a solidez granítica da nossa independência nacional e o prestígio de Portugal no mundo;
  • Renuncio ao sossego que me inspira a produtividade assegurada por mais de 230 deputados na Assembleia da República, estando disposto a sacrificar-me, apoiando - com tristeza - a redução para metade dos nossos representantes.
  • Renuncio, com enorme relutância, a fazer o percurso Lisboa-Madrid em 3h e 30m, dispondo-me - mesmo que contrariado mas ciente do que sacrificio que faço pela Pátria - a fazer pelo ar, por metade do custo, o mesmo percurso em 1 h e picos, ainda que não em Alta Velocidade.
  • Renuncio ao conforto de uma deslocação de 50 km desde minha casa até ao futuro aeroporto de Lisboa para apanhar o avião para Madrid em vez do TGV, apesar da contrariedade que significa ter de levantar voo e aterrar pertinho da minha casa.
  • Renuncio a mais auto-estradas, conformando-me, com muito pena, com a reabilitação da rede nacional de estradas ao abandono e lastimando perder a hipótese de mudar de paisagem, escolhendo ir para o mesmo destino entre três vias rápidas, todas pagas com o meu dinheiro, para além de correr o triste risco de assistir à liquidação da Estradas de Portugal, EP.

Seria fastidioso alongar-me nas coisas que o Estado criou para o meu bem estar e que me disponho a não mais poder contar.

E lanço um desafio aos leitores: renunciem também!

Apoiemos todos, patrioticamente, o governo a ajudar o País nesta hora de aflição.

Portugal merece.






"Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas"
(gosto desta frase...)




FILOSOFANDO!



ENQUANTO OS SÓCRATES FOREM APENAS FILÓSOFOS;
OS ALEGRES APENAS CRIANÇAS;
OS CAVACOS APENAS INSTRUMENTOS MUSICAIS;
OS PASSOS APENAS OS DE DANÇA;
OS LOUÇÃS APENAS ERROS ORTOGRÁFICOS;
OS JERÓNIMOS APENAS MONUMENTOS NACIONAIS
E PORTAS SÓ DE ABRIR E FECHAR...
VOLTAREMOS A SER FELIZES